Tull cumprimentou os três indivíduos que haviam chegado ao seu escritório. Entre uma frase e outra, com evidente preguiça, tragava a fumaça fétida de um charuto vagabundo. De vez em quando tossia com intensidade exagerada.
Hanns e Gotham conheciam há pouco tempo o asqueroso homem-javali. Os gigantes não confiavam totalmente no sujeito. Os grandes dentes que lhe saltavam da boca não permitiam que as palavras saíssem com perfeição. Isso atrapalhava a comunicação entre eles. Qualquer pessoa de boa índole não aceitaria sua proposta. Mas para Hanns e Gotham, gigantes criados na miséria, boa índole não era algo tão fácil de se adquirir.
Sulth, a elfa, vinda das terras do leste, procurava maneiras de arranjar dinheiro fácil. Considerava-se uma boa espiã, por isso aceitaria qualquer proposta do porco. Já fazia alguns meses que conhecia os dois gigantes. E com eles já havia realizado alguns crimes.
— Gigamir é uma cidade próspera para os negócios — Tull tragou o charuto. — E para que meus negócios continuem prósperos, necessito que façam algo pra mim.
— O quê? — perguntou Sulth.
— Basta trazerem a cabeça de meu primo, Tullging. Pagarei bem pelo serviço.
— Quanto? — quis saber Gotham.
O homem-javali apagou o charuto em um cinzeiro de vidro:
— Ofereço mil peças de ouro!
sexta-feira, 29 de maio de 2009
Assinar:
Postar comentários (Atom)












4 comentários:
Salve Duda, tudo bem?!?!
Primeiro, parabéns por mais um início de jornada, sem dúvida será tão boa quanto as antriores.
Segundo: estou com o conto sobre "Floresta" pronto, mas eu formatei o PC e acabou que não salvei teu e-mail. Vc poderia me mandar de nvo pra que eu possa te passar o conto?!?!
Abração.
P.S: Manda pro joshua010@gmail.com
Olá, Rober!
Já enviei um e-mail pra ti.
Estou curioso pra ler o conto.
Valeu!
bastante dinheiro = trabalho difícil. Ao menos na teoria...
E aí, Diógenes! Dinheiro, aqui será o mesmo que trabalho difícil, he, he. Porém, essa será mais uma aventura curta. Logo começa o volume II da Hylana.
Um abraço!
Postar um comentário