quinta-feira, 16 de abril de 2009

Capítulo 17

O prédio da administração era uma construção antiga de três andares. Glimbertrix pegou a chave que o sacerdote lhe dera e colocou na fechadura da porta de madeira.
Os aventureiros invadiram o prédio, e em dois grupos se separaram. O primeiro piso foi vasculhado por Glimbertrix e Batel Horm. O segundo e o terceiro andar por Mentati e o mago do vento. Sem descanso procuraram em todas as salas, até que em um gabinete, do último andar, Mentati encontrou a peça em forma de águia. A segunda metade do amuleto estava pregada a parede. A elfa com uma faca, usando de todo o cuidado possível, tirou o objeto de seu local de repouso.
— Estou com a águia em minhas mãos — disse a elfa para o mago dos ventos.
— Mentati, você acha uma boa idéia entregarmos essa peça tão valiosa ao sacerdote? — a fisionomia do mago era soturna.
— Não vamos entregar. Eu vou montar a peça e manter o amuleto comigo! Não podemos arriscar o destino das Terras de Lhu.
— Tem certeza de que vai conseguir? O sacerdote é poderoso. Viu o que ele fez comigo? — a voz do humano parecia sibilar feito o guizo de uma cascavel.
A conversa foi interrompida quando Batel Horm e Glimbertrix chegaram a sala.
— O amuleto! — vibrou o gnomo ao ver o objeto na mão de Mentati.
— Vamos voltar ao templo — disse a elfa decidida.
Deixaram o gabinete. Seguiram em direção ao templo. Com os ouvidos atentos prestavam atenção no barulho produzido pelas botas dos ciclopes. A cada vez que a marcha dos guardas se aproximava, o grupo desviava por outro caminho.
Finalmente entraram pela porta lateral do Templo das Divindades.

2 comentários:

Diógenes Daniel disse...

mais um pouco e acho que a elfa entregava a peça - pela força ou por livre e espontânea vontade enfeitiçada!

Duda Falcão disse...

Ele quase conseguiu, he, he. Vou postar próximo capítulo.
Te enviei um e-mail extenso sbre o nosso projeot. Vamos nos falando.